Deslize -
- Chuck Palahniuk -
23 outubro 2010
Absolut Shot
09 outubro 2010
Som em silêncio.
04 outubro 2010
Postergar é viver.
- Ando feliz com esse lugar que estou morando. Começando a me acostumar e a gostar. Sou completamente apaixonado pelo meu Brasil e isso faz eu ser um chatão por aqui as vezes, achando defeitos e mais defeitos nessa sociedade que tanto acredita ser a melhor. Sigo sendo chato, não gosto de quem fala mal do Brasil, e estou curtindo cada vez mais as coisas daqui.
- Após ter passado por épocas de controversos vícios em seriados como Dawson's Creek e Felicity, e óbvios e unânimes vícios em seriados como Friends, House e Seinfeld, passo agora por um fortíssimo vício nos recém descobertos Six Feet Under e How I Met Your Mother. O primeiro, uma série mais séria, deve ser considerado um drama, é a história de uma família que é dona de uma funerária. Cada capítulo começa com uma morte e depois todos os sucessivos acontecimentos para o velório dessa pessoa. Em meio a isso são as histórias de todos os personagens: a mãe e seus três filhos. O pai morre, mas como é no primeiro capítulo, posso contar. Vício pesado. O segundo seriado é uma comédia, bem do estilo Friends. São 5 amigos que vivem sua vida entre um dos apartamentos e um bar. Friends são 6 e eles vivem tomando cafés no Central Perk. How I Met Your Mother são 5 e eles vivem tomando cerveja e whisky num bar. Sabe quando tu se apega aos personagens? É por aí, já anda difícil passar um dia sem ver um episódio que seja. Vício com elevados graus de dependência.
- Estou aprendendo a andar de skate. Nunca fui fã disso que vive quebrando as pessoas, mas ando curtindo esse aprendizado. Sigo não achando legal ou inteligente aquelas mil rampas, degraus, pulos e (especialmente) corrimãos. Se arrebentar de graça não é comigo. Mas ando gostando de dar uma volta, calçadão, beira da praia, esse clima. Mas subir alí, se empurrar e pronto. Uma descida pra te ajudar e descansar a perna que embala é o ápice. Não passa disso.
25 agosto 2010
Vivendo e tuitando.
16 agosto 2010
Barba, cabelo e bigode.
06 agosto 2010
Essa fé que ainda me faz otimista até demais.

Na minha vida, nas vidas à minha volta, nas vidas dos personagens dos filmes que ando vendo.
Aquelas situações que envolvem um futuro, uma decisão e uma dúvida. Não muito mais do que isso. Talvez um pouco mais complexo, mas não muito mais. E aí nos perguntamos: Isso cabe a mim?
Sim, da nossa própria vida, ainda assim essa pergunta é feita.
E o mais interessante é que a resposta nem sempre é que sim. Aliás, muitas vezes, a resposta é não.
Isso cabe ao futuro. Isso é por conta do destino. Ah, isso aí deixa pra vida. Deus vai decidir. As energias vão conspirar. O mundo vai estar a teu favor.
E quem aqui vai bater o pé e dizer que nada disso é verdadeiro? Que sorte e destino não existem nem nunca vão existir.
E quem vai bater o pé e dizer que é tudo coisa de uma força maior, que nós não temos poder nenhum? Que a nossa influência é meramente ilustrativa.
E eu fico cansado dos discursos de todo mundo, de ficar tentando pender pra um lado ou pra outro. De tentar acreditar em um dos dois pensamentos.
Vi um filme em que algumas pessoas foram muito ajudadas. Curadas, pra falar a verdade e correr o risco de cair na bíblia. Bom, no filme, ou essas pessoas foram curadas por uma imagem de deus numa parede, ou foram curadas pela fé nessa imagem, ou foram curadas por uma coincidência.
O filme chama Henry Poole is Here, foi pro Brasil como O Paraíso é Logo Aqui. Não, ele não é um filme sobre religião. É uma coisa um pouco comédia, um pouco sei lá o que. Eu (fortemente) recomendo.
E as pessoas todas estão aí, à nossa volta, tentando fazer a gente acreditar que as coisas vão conspirar por/para nós. Que alguma força maior está preparando tudo pra nós. E o interessante é que o simples fato de alguns acreditarem nisso, faz com que essa força maior fique mais e mais forte. E ok, isso é bom. Bom mesmo. Que as coisas aconteçam pro bem, seja por energia ou seja por força.
Mas quer saber? Vai tu te mexer!
23 julho 2010
09 julho 2010
Economias e socos.

Achei um blog bem legal. Comecei a lê-lo de vez em quando. Esses dias eu tava procurando rankings de sites, e achei um ranking de blogs. Sabe-se lá quem faz esses rankings e qual a validade deles, mas alguém faz. E esse blog tava lá, encabeçando a lista.
O nome é ZenHabits. A frasezinha embaixo do nome é “smile, breathe & go slowly”. Ele é inteiramente branco, as imagens são claras e leves. Sim, um pouco oposto desse ambiente todo preto que a gente se encontra, aqui no meu querido absolutthing.
Bom (numero 1), eu adoro preto.
Bom (numero 2) (eu adoro começar frases com “bom”) (sempre me cuido pra não começar todas), o ultimo post desse blog foi muito muito legal, e resolvi trazer ele pra cá. Eu sei, não se pode copiar assim, copiado, mas vou semi-copiar. E, de qualquer maneira, o nome ta alí, o que acaba por desconfigurar plágio.
Aquele ambiente todo leve, calmo, branco. A foto é de uma menina de branco – na frente de uma parede branca com uma janela tapada por cortinas brancas, abrindo uma caixa branca – e o texto falando sobre simplicidade. O que me vem na cabeça? Clube da Luta, óbvio.
O filme que, do seu jeito, só quer falar sobre a simplicidade. Sobre deixar de se apegar tanto às suas coisas. O blog usa thing ou stuff, mas pra nós, coisa é qualquer....coisa. Mas vamos falar sobre coisas como sendo coisas. Digo, objetos, bens materiais. Bens.
Coisas.
Bom (3), dizia eu, que o Clube da Luta fala exatamente sobre isso, sobre se desapegar e viver o lado simples da vida. Claro que talvez isso só seja realmente notado depois da vígésima segunda vez que se vê o filme. E claro, tambem, que tem uns socos, uns chutes e umas atitudes um pouco... um pouco... diferentes.
Ao texto. (semi-copiado/resumido/levemente modificado/selecionado/eduardiado)
Como simplificar quando você curte as suas coisas.
Pare de comprar! (Adoro pensar assim.)
Conheco algumas pessoas que resolveram adotar esse tipo de pensamento, mais simples e menos consumista. Essas são as pessoas mais fascinantes e inspiradoras de todas.
Mas vamos ser realistas, a maioria das pessoas adora suas coisas e adora comprar mais delas. Assim como nossas atitudes em relação a comer bem, nossos sentimentos em relação aos nossos bens materiais são complicados. A gente sabe o que nos faz bem, mas a gente só não quer deixar de lado as coisas que gostamos. Nossas coisas fazem com que nos sintamos bem.
Existe como ter uma vida simples e ainda assim adorar nossas coisas? Será que deixar de lado nossas coisas conta muito nesse lance de vida simples?
Viver de forma simples e se desapegar dos materiais vão fazer sua vida melhor, isso é certo. Já existem horrores de pesquisas e evidências confirmando. Mas é possível que alguns bens materiais possam nos dar mais felicidade e diversão? Como podemos saber o que é ruim e o que é bom? O que é exagero e o que não é?
A motivação pela qual compraremos algo é o que vai decidir. As coisas que temos, ou que queremos comprar, são pra satisfazer nosso ego ou fazem bem pra nossa alma? Alguns bens podem nos trazer sentimentos realmente bons, mas tem outros muitos que servem só pra aliviar nossa vontade de comprar.
Se prestarmos mais atençao nas nossas idéias sobre os materiais, podemos ter um equilíbrio entre adorar nossas coisas e viver simples.
Alguns pensamentos que podem ser úteis:
1 – Olhe pra sua casa. Toda ela. Você vê coisas que nunca usa e não dá bola? Por que você não dá isso? Faça mais espaço tirando essas coisas do seu ambiente. E provavelmente alguem vai precisar dessas coisas.
2 – Pense no porque você está guardando algumas coisas. São verdadeiramente úteis ou significantes? São pra impressionar os outros ou pra fazer você se sentir mais importante?
3 – Preste atenção em como você gasta seu tempo. Você tem coisas pra hobbies que você nunca pratica? Você tem uma cozinha cheia de utensílios mas você quase nunca faz comida? Se você realmente acredita que vai voltar a praticar um hobby, encaixote as coisas e guarde até você fazer. Mas pense bem. E seja realista em relação a quanto tempo voce tem pra usar aquelas coisas exóticas que você comprou numa promoção.
4 – Sua profissão lida com coisas? Tem algumas que lidam sim, e essas pessoas podem ter dificuldades com isso, já que vivem rodeados por coisas cada vez melhores e mais novas. Existe beleza e arte em muita coisa, mas considere isso: você não precisa ter todas essas coisas pra apreciá-las. Uma vez o Eckhart Tolle (um escritor, falo depois sobre ele) falou pra Oprah (a José Eugênio Soares deles) pra ela não comprar tudo que ela gostava ou queria. E ela poderia, se quisesse.
5 – Prefira experiências à coisas. Gastos com vivências dão muito mais prazer do que gastos com materiais. A memória das experiências melhora com o tempo. Vivências fazem você se relacionar mais com pessoas, o que, certamente, traz mais felicidade. Se você quer muito gastar dinheiro, gaste com uma baita experiência com alguem que você goste.
6 – Quando você pensa nas suas coisas, ou quer comprar algo novo, avalie essas questões:
Isso faz a sua vida mais bela e faz bem pra sua alma.
Isso faz parte de uma paixão ou hobby.
Isso ajuda a deixar a família e os amigos juntos de uma maneira criativa e significativa.
Isso ensina.
Isso faz a sua vida mais simples.
Isso ajuda alguem.
Isso é útil e necessário pro seu dia-a-dia.
Isso faz parte de uma tradição ou faz você lembrar de uma ocasião especial.
7 – Você vai saber que está comprando sem pensar direito se você:
Comprar por puro capricho.
Comprar pra impressionar os outros.
Comprar porque você acha que mereçe. A frase “ah, eu mereço isso” é o maior veneno de todos.
Comprar quando tá sem grana.
Comprar somente pra repôr algo que ainda está bom.
Comprar porque outra pessoa tem e você quer ter tambem.
Comprar porque a propaganda seduziu você.
Comprar porque você está entediado.
Compra porque comprar acalma você.
É possível equilibrar a simplicidade com as compras e posses. Você tem que curtir coisas sem viver de aparências.
Uma vez que você conseguir ter algumas coisas e não deixar que elas tenham você, você vai ter uma deliciosa harmonia entre o que você tem e quem você é.
Fiquei de falar do escritor, o Tolle. Esse cara escreveu um livro desses de auto-ajuda que chama “O Poder do Agora”. Eu ganhei ele, e li as primeiras 50 páginas, nem isso. Esse livro fez uma diferença gigantesca na minha vida, mesmo estando na prateleira dos auto-ajuda, que junto com a dos best-sellers (e me parece que esse livro é auto-ajuda E best-seller juntos), eu procuro passar longe.
Bom (4), O Poder do Agora começa falando que nossa mente não se resume a pensar. E isso é incrível. Eu aprendi a pensar menos e isso foi importantíssimo na minha vida. Não falo em pensar menos nas coisas, em me tornar mais inconsequente, falo em conseguir descansar minha mente dos meus pensamentos.
Logo continuo lendo o livro. E digo mais, recomendo.
Dizem que os grandes gênios tiveram suas idéias quando de cabeça vazia.
29 junho 2010
Minimalistas, eles chamam.
16 junho 2010
The Two Stooges.

O Brasil tá com um time ruim. O sistema de jogo contrário ao sistema de jogo europeu não dá confiança pra ninguém. Enquanto os europeus correm o campo – e o jogo – inteiro e marcam a saída de bola do adversário, os brasileiros caminham ou ficam parados esperando a bola chegar nos seus pés. E marcam só antes do meio do campo. Se tivéssemos pela frente vários jogos contra seleções européias, a coisa tava feia.
O lado bom de tudo é que todos os times respeitam muito o nosso. Isso ameniza um pouco a presença do merda do Robinho e a escalação do Grafite.
Outro lado bom é que no Show do Intervalo tem Latino.
Não consigo explicar como alguém deu um prêmio de melhor jogador pro bolha do Kaká. Deve ser pela boa aparência ou pela fama de certinho. Quem viu o jogo hoje não viu absolutamente nada que ele tenha feito. Galvão dizia: “Com Kaká sempre tem, NO MÍNIMO, três marcadores.” É, a questão do respeito, mesmo que as vezes infundada. Mas o nome pesa. De qualquer forma ainda fico imaginando que se o mínimo são 3, na média são quantos? 5? “Ó pessoal, hoje vai ser o seguinte: um no gol, 5 marcando o Kaká e os outros 5 dão um jeito no resto.”
O Galvão disse que Kaká foi o terceiro que mais correu no time brasileiro. Tão precisando de maratonistas, depois que o Vanderlei Cordeiro foi afastado. Por um irlandês.
Frank Abagnale Pai já dizia que os Yankees sempre ganhavam porque os adversários não conseguiam tirar o olho do uniforme deles.
A camisa pesa, o nome pesa.
Depois fiquei pensando que eu poderia ser o Pai Dinah. Foi quando estava comentando – comigo mesmo – que era o momento do Maicon, que ele que ia fazer a diferença nesse time. Ele, o Elano e o Julio César. Bum, gol dos dois. Perdi de ganhar dinheiro como Pai Dinah. O cara sempre pensa no dinheiro, mas sei que nunca vi a Mãe Dinah andando de carro novo.
O tal Luis Fabiano nunca teve nada de fabuloso pra mim. Faz lá meia duzia de golzinhos em uns timecos quando o Brasil não tá olhando pra ele. Mas tudo bem, acho que é a vez dele, tomara ele também ache.
Nilmar, colorado, 25 kilos com a roupa molhada, sem joelho. Mas... no fim das contas é rápido e faz gol. Até gosto dele um pouco.
Juan gênio. O melhor jogador da seleção. Faz tempo. Resolve muito lá atrás, e ainda periga fazer um de cabeça.
Diferente da porta do Lucio. Ainda não avisaram ele que ele é zagueiro? E que lugar de zagueiro é atrás? E que lugar de zagueiro mongolão que não consegue nem correr direito não é na frente? Será que nem a familia deu o toque? - Escuta filhão, todos nós te amamos, tu é um ótimo jogador, estamos sempre torcendo por ti. Mas faz o teu. Só o teu.
Maicon e Dani Alves, maravilha. Mas uma vez pra cada um, ta? Os caras fazem exatamente a mesma coisa, pra que estarem ao mesmo tempo em campo? Deixa o Maicon jogando muito, fazendo gol e, na hora de salvar o Brasil com uma falta, bota o Dani Alves.
Michel Bastos, muito bem. Seja lá quem for, de onde saiu e do que se alimenta, gostei. Falcão ficou muito feliz que o cara não chutou tão por cima do gol. Não entendi, mas fiquei feliz também, por via das dúvidas. Será que ele era Kicker de futebol americano antes? Faria sentido.
Ramires genialmente jogou 1 minuto e meio e tomou um amarelo.
A narração não tem como não ser do Galvão. Formula 1 e Copa do Mundo sem Galvão é como [aqui tem aquela infinidade de comparações que se pode fazer]. Tá, Formula 1 e Copa do Mundo sem Galvão é como ônibus que vai pro centro as 14hs de uma segunda-feira de verão sem desodorante.
O Casão podia ser abatido por um vírus sulafricano que ataca somente as pregas vocais.
Precisa-se de Fenômeno, Imperador ou Baixinho.
Time de jogadores bons. Só bons. Medianos talvez. Isso. Time de jogadores medianos com pouco tempo de treino. Ótimo. Tomara que respeitem bastante e não tirem os olhos do brasão da CBF, com suas 5 estrelas.
Porque engana-se quem acha que não estou torcendo pro Brasil. Falo mal porque é mais fácil. Falo mal porque me irrito de 30 em 30 segundos durante os jogos.
E ninguém entende porque eu fico irritado e nervoso durante jogos importantes do meu Brasil e do meu Tricolor.
Nem eu.

















